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4 de abril de 2018

APÓS SER DEMITIDO, EMPRESÁRIO CRIA REDE DE SALGADOS E FATURA R$ 15 MILHÕES

Luis Belentani criou a Tia Sô Minidelícias junto com a esposa Solange.

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As 56 anos de idade, Luis Belentani passou por uma grande mudança em sua carreira. O paulista de São José de Rio Preto trabalhava como gerente comercial até que um corte de funcionários na empresa fez com que ele perdesse o emprego. Mas, ao invés de se lamentar pela demissão, ele decidiu que era hora de empreender.

“Minha esposa Solange e eu começamos a pensar em alguma coisa que pudesse mudar o nosso estilo de vida”, conta Belentani, que já tinha vontade de trabalhar no ramo de alimentação. “Pensamos em coxinha porque é algo que todo mundo gosta de comer”.

O plano inicial do casal era abrir uma franquia de um negócio que já existia, mas eles perceberam que poderiam criar sua própria marca de salgados. Com investimento de R$ 50 mil, eles abriram a Tia Sô Minidelícias em setembro de 2014. O nome foi escolhido para homenagear Solange, a responsável pelas receitas.

Belentani conta que a loja deu certo desde o começo. “A demanda estava tão grande que tivemos que trabalhar durante a noite fazendo os salgados para conseguir ter um estoque para o dia”. Solange, que trabalhava como professora universitária na época, ajudava nos negócios na parte da noite.

Com isso, eles começaram a aumentar a variedade de salgados e incluíram no cardápio coxinhas recheadas de carne, pizza, calabresa, palmito e legumes. Além disso, apareceram pessoas interessadas em abrir outras unidades da loja. A primeira franquia foi inaugurada em julho de 2015, também em São José do Rio Preto.

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Quatro anos depois de ser inaugurada, a rede produz um milhão de salgados por dia e distribui para suas 60 franquias espalhadas por 35 cidades de todo o Brasil. O faturamento foi de R$15 milhões no ano passado. Para 2018, Belentani espera que a rede alcance 100 franquias.

De acordo com Gabriel Alberti, Diretor de Expansão da rede, um dos motivos do crescimento é a utilização de plataformas onlines, como o iFood. “ Dependendo da cidade, o iFood é responsável por pelo menos 20% do faturamento. No início fomos resistentes porque achamos que era um custo alto, mas está valendo a pena”. Além disso, eles também aceitam pedidos de encomenda pelo telefone e whatsapp.

Imagem: reprodução

Fonte:
Pequenas Empresas & Grandes Negócios
Autor:
Carina Brito
Publicado em:
4 de abril de 2018

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